Clínica Self
Atendimento multidisciplinar para crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias — Psicologia, Fonoaudiologia e Pedagogia. Ansiedade, depressão, comportamento, comunicação, aprendizagem e orientação parental.
Clínica, Centros Especializados em Autismo e formação continuada. Juntos há mais de 30 anos em Curitiba.
Atendimento multidisciplinar para crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias — Psicologia, Fonoaudiologia e Pedagogia. Ansiedade, depressão, comportamento, comunicação, aprendizagem e orientação parental.
Avaliação, diagnóstico e tratamento em TEA, com Programação Terapêutica Individual e Programa Social. Duas unidades em Curitiba.
Cursos, palestras e treinamentos em TEA para profissionais, escolas, APAEs, prefeituras e famílias.
Psicóloga (CRP 08/1252), com pós-graduação em Psicologia Clínica pela UFPR, especialização em Psicologia Clínica, Escolar e Educação Especial, Especialista em Intervenção ABA para Autismo e Deficiência Intelectual.
Diversos cursos e formações em Denver (ESDM), Floortime, ADI-R e ADOS-2, VB-MAPP.
Atendimento psicológico, fonoaudiológico e psicopedagógico.
Clique em cada foto para conhecer sobre a equipe.
Cuidado completo em TEA, do diagnóstico ao acompanhamento. Quatro coordenadoras atuam na organização, capacitação técnica, supervisão e acompanhamento das crianças e adolescentes atendidos na Self.
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Para TEA, TDAH, TOD e outros transtornos do neurodesenvolvimento, com equipe multiprofissional.
Para TDAH, Altas Habilidades/Superdotação e Desempenho Cognitivo, com testes e escalas específicas.
Acompanha a evolução com o Protocolo Self (ProSelf), gerando a Programação Terapêutica Individual (PTI).
Desenvolvida a partir da aplicação do Protocolo Self, realizado periodicamente. Saiba mais
Cursos, palestras e treinamentos em Transtorno do Espectro Autista, para pais, familiares, professores, acompanhantes terapêuticos/tutores, escolas, APAEs e prefeituras. Os eventos são organizados de forma individual, alcançando as necessidades e objetivos de cada grupo, e podem ser realizados em Curitiba ou em outros locais.
Cursos, palestras e treinamentos abertos para inscrição.
Nenhum evento em aberto no momento — siga @selfcenterclinica para ser avisado.
Diagnóstica, Neuropsicológica e Periódica/Protocolo Self (Desenvolvimento e Acompanhamento) — veja a seção Centros Especializados.
Os atendimentos podem ser realizados na Clínica, como também nos Centros Especializados.
Hidroterapia e equoterapia não fazem parte do Programa Terapêutico.
Atendimento particular, e convênio específico para atendimento em TEA: UNIMED, SANEPAR, ICS, JUDICEMED.
Comunicação social — Não antecipa o movimento de ir ao colo dos adultos; ausência do sorriso social; não reconhece a voz da mãe. Não faz ou mantém contato visual; não manifesta interesse pelas pessoas nem estranha desconhecidos. Chora muito sem motivo aparente, ou quase não chora; pouca ou nenhuma expressão facial diante de situações emocionais/sociais. Fica muito tempo parado ou é extremamente irrequieto; não aponta o que deseja; não se aninha no colo. Não faz ou não recebe bem manifestações de carinho; não se importa com outras crianças; não compartilha o brincar.
Fala e comunicação — Não emite sons dirigidos a outras pessoas; pode iniciar palavras como "dá", "papa", "mama", mas fora de contexto, ou deixa de emiti-las após um tempo. Não usa gestos para comunicar o que deseja; não repete sons quando os adultos tentam ensinar.
Comportamento, interesses e atividades — Pouco ou nenhum interesse por objetos coloridos, sonoros ou em movimento; preensão de objetos ausente ou exagerada. Reações incomuns a sons do dia a dia (susto, pânico) ou fascínio por sons repetitivos; irritabilidade à luz ou atração por determinada luminosidade. Reações inadequadas à dor; dificuldade para dormir, com despertares abruptos. Irritabilidade ou passividade excessiva; resistência à introdução de novos alimentos. Fascinação por objetos giratórios; balanceio do corpo quando sentado; interesse intenso pelo movimento das próprias mãos. Ausência do brincar; rigidez com mudanças de rotina ou ambiente. Pode haver comportamento autoagressivo (morder a mão, bater a cabeça), sem reação de dor proporcional.
Interação social — Ausência de contato visual ou contato visual "pobre", parecendo olhar "através das pessoas"; não manifesta interesse pelas pessoas, não procurando outras crianças e até evitando-as quando se aproximam; pouca ou nenhuma expressão facial em resposta a situações emocionais ou sociais; hiperatividade ou excesso de passividade; não aponta o que deseja, utilizando as outras pessoas como um prolongamento do próprio corpo; não faz manifestações de carinho e/ou não aceita o carinho do outro, ou manifesta carinho com impulsividade, podendo ser agressivo no contato; não se importa com outras crianças, mesmo as de seu convívio; não compartilha o brincar com outros; não participa de jogos e brincadeiras em grupo, preferindo ficar sozinho; parece ignorar a presença de outras crianças ou adultos.
Comunicação — Ausência do olhar como forma de comunicação; ausência da fala ou fala sem objetivo comunicativo; comunicação gestual ausente ou pobre (dar tchau, apontar); ecolalia imediata ou tardia; inversão pronominal (usar EU no lugar de VOCÊ, ou vice-versa); fala "pedante", com frases feitas e vocabulário incomum para a idade; ausência de entonação, monotonia no discurso; compreensão literal do que ouve; repetição de frases e jingles fora de contexto; ausência de expressão facial para comunicar agrado ou desagrado; hiperlexia — a criança pode aprender a ler sozinha, independentemente de sua capacidade de comunicação verbal.
Comportamento, interesses e atividades — Rigidez de apego a rotinas e rituais, com possível comportamento agressivo ou autoagressivo diante de quebras de rotina; intolerância a mudanças no ambiente; apego excessivo a objetos não-usuais (barbante, chaves, cones); uso de objetos independente de sua função (ex.: girar as rodas de um carrinho sem usá-lo); interesse exagerado por movimentos rotatórios; reações inadequadas à dor; distúrbios do sono; irritabilidade ou passividade excessiva; seletividade alimentar exagerada; estereotipias motoras (mãos, braços, corpo) e "flapping"; alterações na postura e marcha; atividades repetitivas (enfileirar objetos); memória visual muitas vezes aprimorada; presença de rituais; possível comportamento autoagressivo sem reação de dor proporcional; ausência de noção de perigo real; interesse específico e aprofundado por determinado tema.
Comunicação social — Falta de reciprocidade no contato social, do isolamento à busca inadequada de contato; recusa de contato físico/afetivo, ou contato exagerado; ausência de jogos simbólicos e dificuldade em ambientes sociais (restaurantes, supermercados, festas); falta de percepção das emoções e sentimentos alheios. A interação social pode melhorar um pouco, mas costuma seguir prejudicada.
Fala e comunicação — Em alguns casos a fala continua ausente; em outros, mantém ecolalia, inversão pronominal ou fala pedante. A comunicação pelo olhar tende a melhorar; podem surgir gestos e meios alternativos de comunicação com função comunicativa mais clara, em alguns casos com sucesso.
Comportamento, interesses e atividades — Apego a rotinas e rituais pode se manter ou se intensificar, com comportamento agressivo/autoagressivo diante de quebras de rotina. Intolerância a mudanças no ambiente tende a diminuir com o tempo, mas comportamentos agressivos e autoagressivos podem se acentuar na adolescência. Pode surgir quadro depressivo, sobretudo com maior consciência das próprias dificuldades. Reações inadequadas à dor e distúrbios do sono podem persistir. Irritabilidade ou passividade excessivas podem se manter, com alterações de comportamento associadas. Seletividade ou, ao contrário, compulsão alimentar; estereotipias motoras e maneirismos; alterações de postura e marcha. Memória visual costuma ser um ponto forte, com interesses específicos muito aprofundados. Há possibilidade de desenvolver habilidades motoras/mecânicas com potencial para atividades ocupacionais/profissionais.
Comunicação social — Boa parte das dificuldades de interação social se mantém, com redução do isolamento em alguns casos. Atividade ocupacional, terapêutica ou profissional tende a melhorar a adequação social e a qualidade de vida.
Fala e comunicação — Quando há fala, as dificuldades de linguagem tendem a persistir; formas de comunicação alternativa aprendidas anteriormente seguem sendo usadas.
Comportamento, interesses e atividades — Características da adolescência costumam se manter, algumas se acentuando e outras diminuindo. Podem aparecer sintomas depressivos ou, mais raramente, quadros esquizofrênicos; tendência a acomodação e passividade, alternando com períodos de maior agitação. Perfil geralmente metódico e rígido, podendo incluir comportamentos obsessivos e/ou compulsivos.

Psicóloga (CRP 08/1252), com pós-graduação em Psicologia Clínica pela UFPR, especialização em Psicologia Clínica, Escolar e Educação Especial, Especialista em Intervenção ABA para Autismo e Deficiência Intelectual. Diversos cursos e formações em Denver (ESDM), Floortime, ADI-R e ADOS-2, VB-MAPP.